Douglas Bif

CONTRA-BAIXO

 
Diferentemente de outros músicos que iniciam cedo no meio musical, Douglas teve contato com a música somente aos 12 anos, quando através de seu irmão mais velho, aprendeu os primeiros acordes no violão, a música era "Chalana". 

Em 1999 participou de 4 estágios vocacionais aspirante a Seminarista, e de mala em punho, dirigiu-se ao tradicional Colégio Rogacionista Pio XII no município de Criciúma/SC. Na congregação era uma forma de expressar seu talento, que inspirado em seu colega Fernando Zanelatto, via a desenvoltura em conduzir um baixo Eagle de cor branca, nascia ai sua paixão pelo contrabaixo. 

Inspirado nessas cenas, quis aprender um pouco desse instrumento, estudando e se aperfeiçoando, o que em 2004 efetivamente o adotou como instrumento base após seu afastamento do Seminário. Logo percebe os efeitos da rotina dos estudos; e com alguns amigos, dos primórdios montou a Banda Du'Térreo, que animou Içara e região até 2009. 

A história com a Padresitos, começa na segunda metade desse ano em um pequeno ponto vermelho afastado dos subúrbios de Criciúma, consolidou um lugar ao integrar a trupe. E lá estava a família Bif se aprontando para um sonho em comum, "a música". Pois, como todo mundo sabe, este Campo-Mourense, nascido em 1985, é irmão do grande guitarrista e símbolo da banda, Diego Bif, que de costume, sentam-se lado a lado, munidos de muita união, cada qual com seus instrumentos. 

Com Influência em bandas nacionais consagradas, nomes como Paralamas, Expresso Rural, Skank, ele se construiu musico, e peculiaridades simples, com frases marcantes no grave, Lelo Zaneti e Bi Ribeiro, veio a inspiração para a aquisição da Ex Factor Philip Kubick, instrumento muito versátil com timbre incrível, uma máquina dos graves e um Fender Precision 60th anniversary edition. 

Pela postura tranquila e a fala mansa, quem conversa pessoalmente com o baixista nem se dá conta de que está diante de uma das figuras que busca ainda o equilíbrio espiritual. Uma grande bagagem adquirida nesse longo tempo, mas Douglas se considera um eterno aprendiz, o que em uma velocidade nas execuções que ninguém estava acostumado a ver, o público foi se tornando cada vez mais irreverente, e muda de uma vez a forma de se tocar o baixo no segmento e novo gênero "sacrorock".